Governador Wanderlei Barbosa discute ponte Filadélfia-Carolina e eleição na presidência do Consórcio Amazônia Legal.

Governador Wanderlei Barbosa discute ponte Filadélfia-Carolina e eleição na presidência do Consórcio Amazônia Legal.

Carlos Brandão é eleito por unanimidade novo presidente do Consórcio da Amazônia Legal

Na 1ª Reunião Ordinária da Assembleia Geral dos Governadores da Amazônia Legal, realizada virtualmente nesta quinta-feira (29), o governador do Maranhão, Carlos Brandão, foi escolhido por unanimidade para liderar o Consórcio da Amazônia Legal. A eleição ocorreu durante evento que reuniu gestores dos nove estados integrantes do consórcio, com foco em fortalecer agendas de desenvolvimento sustentável e integração regional.

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, participou ativamente da sessão, destacando o papel estratégico do consórcio. “É um momento crucial para a região”, afirmou Barbosa, que também reforçou a importância da ponte entre Filadélfia (TO) e Carolina (MA), obra considerada essencial para mobilidade e integração. Durante o debate, os gestores ratificaram parcerias institucionais, a Estratégia Regional Amazônia 2050 e discutiram o orçamento para 2026, além de créditos adicionais referentes a 2025.

Em sua despedida da presidência, o governador do Pará, Helder Barbalho, ressaltou os avanços consolidados sob sua gestão. “Entrego o comando a um líder experiente, capaz de dar continuidade às nossas pautas estratégicas”, afirmou. Já Carlos Brandão, ao assumir o cargo, garantiu compromisso com a excelência do trabalho: “Assumo com dedicação, trazendo toda minha experiência para avançar nesta missão fundamental para a Amazônia Legal”.

A reunião contou com a participação de secretários estaduais do Tocantins, como o chefe da Casa Civil, Deocleciano Gomes, e o secretário da Fazenda, Donizeth Silva, reforçando o protagonismo regional nas decisões.

Sobre o Consórcio da Amazônia Legal
O Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal promove cooperação integrada nas áreas ambiental, econômica e social, articulando estados na preservação e construção de ações regionais. A gestão reforça o alinhamento técnico e institucional para executar iniciativas estratégicas no bioma.

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