DC lança Marcos Souza como pré-candidato ao governo e advogado ao Senado.

DC lança Marcos Souza como pré-candidato ao governo e advogado ao Senado.

Democracia Cristã Lança Duas Pré-Candidaturas Influentes para Eleições 2026 no Tocantins

O Democracia Cristã (DC) realizará nesta quinta-feira, 21 de maio, às 19h, em Palmas, um evento de lançamento consolidando-se como força política relevante nas eleições estaduais de 2026. O encontro, no Hotel Castelo, confirmará a pré-candidatura de Marcos Souza (governador) e Apóstolo Flávio Braga (Senado Federal), marcando a retomada do partido no cenário político tocantinense.

Marcos Souza: Retorno ao Cenário Estadual

Empresário e ex-candidato ao governo em 2018 pelo PRTB — na eleição suplementar pós-cassação de Marcelo Miranda —, Marcos Souza busca reerguer sua trajetória política. Sua participação nas articulações pré-eleitorais aponta para uma disputa focada na organização estadual e em propostas voltadas ao desenvolvimento local.

Flávio Braga: Disc Conservador e Luta Institucional

A escolha para o Senado recai sobre o advogado Apóstolo Flávio Braga, conhecido por seu pilar conservador e posicionamentos críticos ao Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o anúncio, Braga defendeu que o Congresso precisa de senadores que “respeitem as decisões populares” e exijam freios ao STF. Segundo ele, sua candidatura nasce da necessidade de representar os “valores institucionais e constitucionais” e responder às demandas da juventude tocantinense.

Evento Marca o Início das Articulações Políticas

Com o objetivo de ampliar sua base eleitoral, o DC utiliza o lançamento para posicionar-se como alternativa conservadora em Tocantins. O encontro congrega lideranças e fortalece a estratégia do partido, que busca consolidar-se como chave para o equilíbrio nas eleições deste ano.

A resposta do partido aos desafios locais e às disputas nacionais será monitorada, especialmente pela postura firme de Flávio Braga frente às instituições — algo que pode mobilizar eleitores alinhados à pauta de restrição aos poderes judiciais.

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