Mulheres silenciadas ganham uma defensora: delegada lança pré-candidatura a federal “para ser a voz dos que não conseguem falar”

Mulheres silenciadas ganham uma defensora: delegada lança pré-candidatura a federal “para ser a voz dos que não conseguem falar”

Delegada Sarah Lilian anuncia pré-candidatura a deputada federal pelo Tocantins em 2026

A delegada de Polícia Sarah Lilian formalizou sua pré-candidatura a deputada federal pelo Tocantins nas eleições de 2026. O anúncio solidifica uma trajetória dedicada à segurança pública, com foco especial na proteção de mulheres, crianças e grupos em vulnerabilidade social.

Trajetória Profissional e Atuação Estratégica

Natural de Vianópolis (GO), Sarah Lilian é graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás e possui pós-graduação em combate à violência doméstica. Iniciando sua carreira policial em 2017 em Wanderlândia (TO), destacou-se no combate ao tráfico de drogas. Posteriormente, serviu em Araguaína, passando por unidades estratégicas como a Delegacia da Criança e do Adolescente.

À frente da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Araguaína há sete anos, lidera iniciativas que atendem anualmente cerca de mil mulheres, consolidando trabalho contínuo contra a violência doméstica. Também responde por operações na Delegacia de Campos Lindos, focando em casos de extrema vulnerabilidade.

Inovação além das Fronteiras Policiais

Sua atuação transcende o campo investigativo:

  • Projeto Fênix: Oferece atendimentos itinerantes em comunidades com altos índices de violência, integrando serviços de orientação jurídica, saúde e valorização pessoal para mulheres.
  • Caminhada Agosto Lilás: Mobiliza anualmente milhares de pessoas em ações de conscientização sobre a violência de gênero.
  • Fortes por Natureza: Parceria com a Kru Netyta que combina prevenção, informação e técnicas de autodefesa.

Compromisso com Direitos e Representatividade

Filiada ao PSDB, Sarah Lilian enfatiza que sua candidatura surge da experiência prática acumulada: “Minha trajetória ao lado de mulheres que enfrentam violência diária me revelou a urgência de ampliar essa luta. Quero ser a voz de quem não consegue se fazer ouvir”. Entre suas prioridades estão a defesa de políticas para mães atípicas, mães solo, idosos e o fortalecimento do sistema de proteção social.

Além da carreira policial, é professora de Direito Penal e Criminologia, autora do livro “Assassinos em série: doentes ou criminosos?” e ex-presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Tocantins (2020-2021). Sua plataforma promete levar ao Congresso a expertise em segurança pública, com foco em direitos humanos e responsabilização penal efetiva.

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